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Proteção que preserva

Quando o risco circula onde você não vê

Controle técnico, preventivo e responsável de roedores

Roedores urbanos convivem silenciosamente com a rotina humana.
Circulam por redes de esgoto, áreas técnicas, depósitos, forros e estruturas pouco acessadas, muitas vezes sem serem percebidos.

Apesar de discretos, ratos e ratazanas representam um risco sanitário relevante, pois podem transmitir doenças, contaminar alimentos, superfícies e comprometer a segurança de ambientes residenciais, comerciais e industriais.

01 / Avaliação técnica do local

Por que a infestação acontece?

A presença de roedores está diretamente relacionada à existência de abrigo, alimento e rotas de acesso.


Ambientes com falhas estruturais, acúmulo de resíduos ou ausência de barreiras físicas favorecem a instalação e a permanência desses animais.

Por isso, o controle eficaz começa com avaliação técnica do local, identificando:

  • Pontos de acesso
  • Áreas de abrigo
  • Fontes de alimento
  • Nível de atividade dos roedores.

02 / Metodologia

Metodologia técnica aplicada ao controle de roedores

Na Bayo, o controle de roedores é conduzido com base em critérios técnicos, legislação sanitária e princípios do Controle Integrado de Pragas (CIP).

Utilizamos iscas raticidas anticoagulantes devidamente registradas pelo Ministério da Saúde, apresentadas nas formas granulada, peletizada ou parafinada, selecionadas conforme as características do ambiente e o comportamento da espécie alvo.

As iscas são instaladas em Pontos de Envenenamento Permanentes (Caixas PEP), projetados para:

Garantir acesso exclusivo dos roedores

Reduzir riscos de intoxicação de pessoas e animais não alvo

Minimizar impactos ambientais

Em casos de infestações mais severas, pode ser aplicada, de forma controlada e pontual, a utilização de raticida em pó (pó de contato), restrita a:

  • Ninheiras ativas
  • Tocas identificadas
  • Ou áreas de passagem frequente

Sempre respeitando critérios rigorosos de segurança sanitária, controle ambiental e impacto visual.

Sempre que tecnicamente possível, a vedação de tocas, frestas e acessos é priorizada como medida preventiva e estrutural.

03 / Monitoramento

Monitoramento contínuo e controle efetivo

O controle de roedores exige acompanhamento técnico periódico.

As armadilhas e estações de monitoramento permitem avaliar:

  • Consumo das iscas
  • Nível de atividade dos roedores
  • A evolução do controle ao longo do tempo.

Essas informações orientam ajustes estratégicos, garantindo eficiência, rastreabilidade e segurança sanitária em todas as etapas do processo.

Informação, prevenção e responsabilidade

Roedores são um problema sanitário.

Controle é uma medida de proteção à saúde.

Na Bayo, atuamos com uma visão preventiva, responsável e sustentável, entendendo que o verdadeiro controle ocorre quando o ambiente deixa de ser favorável à infestação.

Esse é o compromisso dos Guardiões do Equilíbrio Natural:
proteger pessoas, ambientes e a saúde pública, mesmo quando o risco não é visível.